Começou a ser sedado em Dubai um novo esporte bastante curioso. Trata-se da corrida de mochilas a jato, que teve sua primeira edição sedada na cidade dos Emirados Árabes Unidos em fevereiro deste ano. O evento foi financiado pelo fabricante dos trajes, a marca Gravity, e marcou o começo dessa nova modalidade radical.

Essa, inclusive, foi uma das principais atrações do Dubai Boat Show e existe uma grande expectativa para a sequência. A princípio, cada um dos participantes usa um trajeto com um conjunto composto de sete motores a jato, que possui em torno de 130 cv de potência. Dois ficam em cada braço, enquanto os três restantes ficam na mochila e a potência totaliza 1.050 cv.

Outro detalhe importante é que esses motores consomem bastante combustível, visto que cada competidor começa a correr com cinco galões de combustível de jato na mochila. Mesmo assim, essa quantidade é suficiente para 9 minutos de voo, o que diminui à medida que as chances de longos trajetos serem percorridos pelos corredores.

Em geral, as corridas ocorrem em um percurso aquático, o que facilita a possibilidade de que o esporte seja praticado em qualquer lugar. Um exemplo disso são cidades que possuem lagos maiores ou rios. Não apenas isso, como existe a vantagem de ter percursos de configuração mais simples em comparação com corridas de veículos motorizados.

Segundo o portal Novo Atlas, o esporte parece ter muito potencial para um esporte com espectadores ao vivo. Apesar de contar com trajetórias bem caras (US$ 400 mil, equivalente a R$ 1,2 milhão), o site avalia a prática como “grande o suficiente para entreter uma multidão de centenas de milhares à margem de um rio ou lago”.

Veja também: os “homens-jato” que foram registrados esvoaçando ao lado de um Airbus A380 e a primeira brasileira a voar de mochila a jato em uma situação ocorrida em 2020.

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