A Petrobras está intensificando a produção de gás natural na Bolívia, focando nas demandas das indústrias brasileiras por combustível acessível.

Durante um fórum em Santa Cruz de la Sierra, Magda Chambriard, presidente da Petrobras, destacou essa expansão.

Em 2014, a produção disparou para 60 milhões de metros cúbicos diários. Hoje, mantém um fluxo constante de 35 milhões, com a Petrobras supervisionando um quarto desse volume.

Em colaboração com a YPFB da Bolívia, a Petrobras pretende aumentar substancialmente as reservas.

As áreas-alvo em Tarija podem produzir mais 4,88 trilhões de pés cúbicos de gás e mais de 100 milhões de barris de recursos líquidos.

Alimentando o crescimento: a grande aposta da Petrobras no gás boliviano para os mercados brasileiros. (Foto reprodução da Internet)

Esta iniciativa reafirma o papel de Tarija como um importante centro energético, prometendo um fornecimento de gás mais confiável para o Brasil.

Esses esforços também apoiam indústrias brasileiras essenciais para a agricultura, como a produção de fertilizantes e petroquímica, que têm sofrido com os altos custos do gás doméstico.

Como o Brasil depende muito de fertilizantes importados, garantir um fornecimento de gás estável e econômico é vital.

A Petrobras não está apenas planejando; ela está investindo profundamente. Com US$ 10 bilhões investidos na Bolívia desde 2002, a empresa é uma grande player no mercado regional de energia.

Agora, ela controla quatro áreas na Bolívia e está de olho em mais explorações na região de San Telmo Norte até 2025, aguardando aprovação ambiental.

Esta estratégia faz mais do que apenas garantir um fluxo constante de gás. Ela fortalece o vínculo econômico entre o Brasil e a Bolívia, enfatizando o crescimento compartilhado e a segurança energética.

Essa parceria é crucial à medida que ambas as nações navegam pelas complexidades das demandas globais de energia e responsabilidades ambientais.

Os esforços da Petrobras na Bolívia são uma prova do poder da cooperação internacional em estratégia energética, garantindo estabilidade e prosperidade para ambos os países.

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