Edmundo González Urrutia, liderando as pesquisas para a corrida presidencial da Venezuela, levantou preocupações significativas.

Ele questiona a decisão do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) de permitir que apenas uma pequena fração dos venezuelanos no exterior votem.

Apesar de quase 4 milhões de venezuelanos do exterior terem o direito de votar, apenas 69.211 têm essa oportunidade — apenas 0,89%.

A questão gira em torno do forte contraste entre o número de pessoas habilitadas a votar e a enorme diáspora venezuelana.

Mais de 7,7 milhões de pessoas deixaram o país, com comunidades substanciais em países vizinhos como a Colômbia, onde apenas 7.010 dos 2,8 milhões podem votar.

Acesso limitado ao voto para a diáspora venezuelana gera debate. (Foto reprodução da Internet)

Para aumentar a complexidade, as tensões diplomáticas agravaram as restrições ao voto.

Por exemplo, nenhum venezuelano pode votar no Equador devido ao rompimento de relações diplomáticas, uma decisão do presidente Nicolás Maduro.

Esses desafios eleitorais acontecem em meio à queda da inflação e às promessas socioeconômicas de candidatos, incluindo González, que promete melhorar drasticamente as condições.

Ele planeja aumentar o salário mínimo e libertar presos políticos se for eleito. Esta narrativa destaca a questão mais ampla da migração e privação de direitos políticos na América Latina.

Ele destaca os desafios de manter a democracia em condições nas quais milhões de pessoas não podem participar do processo eleitoral que determina o futuro de sua terra natal.

Portanto, a integridade das próximas eleições está sob escrutínio, não apenas por sua imparcialidade, mas por sua capacidade de representar verdadeiramente a população venezuelana, tanto em casa quanto no exterior.

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