O Ministério da Saúde anunciou em março um investimento de R$ 30 milhões para ampliação do Programa Nacional da Triagem Neonatal (PNTN), o teste do pezinho, esse aporte faz parte de um conjunto de ações da pasta para “garantir acesso ao diagnóstico precoce e, consequentemente, à assistência adequada e de qualidade” aos nascidos com doenças raras.

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De acordo com o governo, o investimento servirá para ampliação dos Serviços de Referência em Triagem Neonatal (SRTN) na rede pública, atualmente são 31, além da habilitação de 28 laboratórios para triagem neonatal. São planejados 29 novos SRTN distribuídos por todas as unidades federativas.

Investimento planejado para o PNTN

Ao todo, o Ministério da Saúde planeja investir R$ 94,5 milhões, com transportes em logística, atualização dos valores de procedimentos, inserção e capacitação do uso da tecnologia de espectrometria de massas e a criação de câmaras técnicas para debater ações relacionadas ao tema.

“Temos atuado para que os diferentes serviços de doenças raras trabalhem em rede e para que o atendimento seja mais resolutivo. Além de promover a redução do tempo de diagnóstico com investimentos em laboratórios e novos serviços, a ideia é também melhorar os processos de cuidado às pessoas que convivem com essas condições, com o desenho de linhas de cuidados e ações específicas”, afirmou o coordenador- geral de Doenças Raras do Ministério da Saúde, Natan Monsores.

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