Depois de a Venezuela ter barrado rivais importantes de Nicolás Maduro, o diplomata Yván Gil anunciou orgulhosamente uma missão da ONU para “observar” (e abençoar) as eleições presidenciais organizadas em 28 de Julho.

O anúncio ocorreu durante uma discussão em Caracas com Gianluca Rampolla, principal representante da ONU no país.

Gil enfatizou que esta iniciativa atende a um convite dos líderes venezuelanos.

Além disso, Gil destacou que o objetivo da conversa com Rampolla foi fomentar a cooperação global, com foco no desenvolvimento e na autonomia.

Posteriormente, Gil teve um intercâmbio frutífero com Magdy Martínez Solimán do PNUD.

Exploraram formas de fortalecer o vínculo entre as suas organizações, com o objetivo de impulsionar o progresso económico e social da Venezuela.

Observadores da ONU supervisionarão as controversas eleições na Venezuela – Nicolas Maduro. (Foto reprodução na Internet)

Fundo

O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, classificou a exclusão da candidata venezuelana Corina Yoris como significativa.

Yoris, indicado por María Corina Machado que enfrentou desclassificação, tornou-se um foco de preocupação.

Há alguns dias, Lula quebrou o silêncio com uma nota do Itamaraty e posteriormente abordou o assunto ao lado do presidente francês, Emmanuel Macron, em Brasília.

Os líderes uniram-se na desaprovação da exclusão de Yoris, uma posição partilhada pela Colômbia, pela UE e pelos EUA, que provocou uma refutação contundente do presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

Lula destacou a situação única de Yoris: ela foi impedida de se registrar devido a uma suposta falha técnica sem qualquer esclarecimento formal.

Ele e Macron instaram Maduro a reavaliar a sua exclusão, defendendo eleições inclusivas.

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