O dólar americano apresentou leve queda frente ao real brasileiro, fechando em R$ 5,4126 na última quarta-feira, uma modesta queda de 0,04%.

Mais cedo naquele dia, ele havia caído para R$ 5,3731, seu menor nível desde meados de junho, refletindo uma queda mais ampla de 0,77%.

Este movimento se alinha com as mudanças cambiais globais. O Índice DXY, que mede o dólar em relação a seis moedas principais, também caiu ligeiramente em 0,08%.

No Brasil, a inflação em arrefecimento em junho chamou a atenção do mercado, sugerindo menos aumentos de juros à frente. Economistas acreditam que essa tendência pode manter a taxa Selic estável até o fim do ano.

Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, expressou incertezas sobre o retorno da inflação à meta de 2%, embora tenha nutrido algum otimismo.

Tendências econômicas e comentários de Powell derrubam o dólar. (Foto reprodução da Internet)

Ele alertou que altas taxas de juros prolongadas poderiam restringir a expansão econômica. Ele aconselhou contra esperar pelo alinhamento da inflação antes de ajustar as políticas monetárias.

Após as declarações de Powell, os investidores apostaram em cortes nas taxas dos EUA até setembro, um cenário com 75,2% de probabilidade, de acordo com a ferramenta FedWatch.

Esses ajustes potenciais de taxa podem desvalorizar o dólar ainda mais. Conforme as taxas caem, os rendimentos do Tesouro geralmente caem, tornando o dólar menos atraente.

Isso ilustra uma ligação direta entre as decisões do Fed e os movimentos diários do mercado financeiro, destacando o delicado equilíbrio que os bancos centrais mantêm para promover a estabilidade econômica.

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