Recentemente, o governo dos EUA transferiu 30.175 Bitcoin (BTC) para uma carteira Coinbase, no valor de cerca de US$ 2 bilhões, agitando o mercado de criptomoedas.

Este movimento, relatado pela Arkham Intelligence, envolve ativos apreendidos do Silk Road, um notório mercado dark web.

Em 2020, o governo apreendeu 69.370 bitcoins do Silk Road, marcando o maior confisco de criptomoedas até o momento.

Essas transferências geralmente sugerem vendas futuras, semelhantes a uma venda anterior de 9.861 bitcoins no final de 2022.

Os Estados Unidos possuem 207.189 bitcoins, no valor de cerca de US$ 13,8 bilhões, tornando-se o sexto maior detentor de bitcoins do mundo.

A transferência de Bitcoin de US$ 2 bilhões do governo dos EUA aumenta a especulação do mercado. (Foto reprodução na Internet)

No entanto, esta classificação a coloca atrás de entidades como Microstrategy, Binance, dois gestores de ETF e o criador do Bitcoin, Satoshi Nakamoto.

Esta transação significativa despertou receios de uma potencial liquidação do mercado, destacando a complexa interação entre as ações regulatórias e a dinâmica do mercado de moeda digital.

Fundo

Se os EUA decidirem vender mais, isso poderá influenciar significativamente o valor do Bitcoin. O país já vendeu anteriormente parte de suas participações.

Atualmente, retém cerca de 200.000 unidades de bitcoin. Combinado com as vendas anteriores, o valor total chega a aproximadamente US$ 17 bilhões.

Somente nos últimos três meses, o valor do Bitcoin apreendido aumentou em US$ 4 bilhões. Este aumento reflete o aumento geral do mercado da criptomoeda.

Os investidores estão otimistas com a esperada aprovação dos ETFs de preço à vista de Bitcoin nos EUA. Eles antecipam isso em janeiro.

Os investidores temem uma potencial inundação no mercado se os EUA venderem todos os seus Bitcoins de uma vez. Um aumento repentino na oferta de Bitcoin poderia reduzir seu preço sem aumentar a demanda.

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